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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Sobre o filme de "Cidades de Papel"

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Oi, gente! Então, mais uma adaptação de livro foi lançada, e foi a vez de Cidades de Papel ganhar vida. Eu acompanhei o lançamento do trailer e do poster, e da divulgação em geral e, vou confessar, nem estava preocupada com o fracasso. Eu tinha certeza de que seria bom. Com exceção do poster, tinha adorado o trailer tudo que eles tinham liberado. Infelizmente, o filme não foi tudo que eu esperava.


Primeiramente, sobre os atores e seus personagens. Se eles acertaram em alguma coisa, foi no elenco. Amei todos os atores, menos (não atirem pedras!) a Cara Delevigne. Nada contra ela, pelo contrário. Só não achei que ela se encaixou muito no papel de Margo. Em compensação, Nat Wolff, Halton Sage, Justice Smith e Austin Abrams (respectivamente, Quentin, Lacey, Radar e Ben.) foram maravilhosos, e incorporaram os personagens perfeitamente. Destaque para o Ben que foi exatamente como eu imaginei nos livros.


O problema mesmo do filme foi o ritmo lento. No livro, funcionou, pelo menos pra mim. Já no filme, algumas cenas não conseguiram me deixar animada. Houve algumas mudanças que eu não gostei muito, e algumas cenas que eu gostava que foram cortadas. Claro, já é o esperado, e normalmente eu sou bem compreensiva, mas dessa vez não deu muito certo pra mim.

Acho que, no final das contas, eles conseguiram passar a mensagem do livro, só não de um jeito legal e espontâneo como foi no livro. Senti que algumas cenas não fluiram, foram meio forçadas, e isso me incomodou. 



Uma coisa que eu gostei bastante foi da trilha sonora. Houve muitas músicas boas, principalmente na hora da Van. Minha favorita é Burning do The War on Drugs.




Cidades de Papel é um filme engraçado, com aquelas lições de vida que eu amo, e aquele final típico John Green que eu também amo. A execução não foi das melhores, mas é um filme aproveitável, principalmente, acredito, se você não tiver lido o livro ainda.

Ah! Tem uma surpresinha no meio do filme que, ó, me deixou muito feliz haha

E vocês? Curtiram o filme?

Beijos!

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Sobre adaptações de livros

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Olá! Sim, estou viva e, mais uma vez, peço desculpas pela ausência e me justifico da mesma maneira de sempre, mas enfim. Hoje vim falar de adaptações de livros, seja em filmes ou seriados.

Não parece que hoje todo livro está sendo transformado em filme? E na verdade, não sei como me sinto em relação a isso. Tem livros que você consegue visualizar na tela do cinema, e não tem nada melhor do que vê-lo sendo adaptado. Mas acho que com certos livros, sou tipo a Hazel de A Culpa é das Estrelas, com Uma Aflição Imperial: quero que eles sejam meus, e meus somentes. E parece egoísta, querer manter uma história tão incrível em segredos, dividindo-a com apenas um grupo mínimo de pessoas. Mas é assim que eu me sinto, por exemplo, com Quem é você, Alasca?, que é meu livro favorito do John Green e possivelmente um dos meus favoritos da vida.

Quem é você, Alasca? é uma história diferente, que foge ao senso comum, e, por isso, nem todos gostam. Mas se você consegue apreciá-la de verdade, é fácil de te conquistar. O que mais tenho medo, é de que esse livro se torne como A Culpa da Estrelas: um clichê romântico. Sim, é um romance meio clichê, se você não conseguir absorver o que ele tem para oferecer. Mas não quero que ele se torne um filme idiota, pelo qual milhares de pessoas vão se apaixonar e sair citando as citações que eu chamei de favoritas primeiro. Egoísta? Sim, e até um pouco idiota. Mas eu pessoalmente já não aguento mais ouvir alguém falando "Okay? Okay.". Perdeu toda a magia.

Livros como esse, e Cidades de Papel, e Eleanor & Park, ao meu ver, deviam ser deixados em paz, em toda a sua perfeição. Vou assistir os filmes? Claro. Vou esperar ansiosamente? Com certeza. Mas se for ruim, e, principalmente, se perder o significado, vou mandar arrancar algumas cabeças.


Porém, tem aqueles livros que parece que "nasceram" para virarem filmes, não? Pra mim é o caso de Jogos Vorazes. Tem alguém aí que não gosta dos filmes de Jogos Vorazes? Por que pra mim, eles são o exemplo perfeito de como adaptações deveriam ser feitas. Eu posso dizer com certeza que gosto tanto dos livros, quanto dos filmes, e isso é raro.

Mas talvez a coisa mais triste seja quando um livro maravilhoso, tem um filme vergonhoso, e, sim, estou falando de Percy Jackson. E também de Instrumentos Mortais, e, mais recentemente, Insurgente. Não sou extremamente exigente com adaptações. Não ligo se a cor do olho mudar, se algumas cenas forem cortadas, ou coisas do tipo. Mas por favor, filmes, façam jus aos livros que vocês estão adaptando, e lembrem-se que vocês só estão sendo feitos por causa dos fãs dos livros, que amam a história dos livros. Mudanças sempre são bem vindas, contanto que sejam pertinentes, e melhorem o enredo. Cortes são necessários, contanto que ocorram em partes que não afetam o desenvolvimento dos personagens e da história.

Alguns desses filmes talvez fosse melhor que nem tivessem existido, ou pudessem ser refeitos, não é? Atualmente, a felicidade da minha vida é que Instrumentos Mortais vai virar uma série de TV, o que eu acho uma alternativa incrível, tanto como primeira opção de adaptação, quanto para uma segunda chance. Mas não que eles sejam imunes ao desastre, não é? Vocês assistiram ao pilot de A Seleção? Se não, ainda bem. (Mas, no caso de vocês quererem assistir, vou deixar aí embaixo.) Então, o contrário pode sim acontecer, já que agora A Seleção vai virar filme!



Bom, gente, só queria abrir uma discussão sobre um assunto que parece causar muitas reações diferentes. Então, o que vocês acham?

Beijos,

segunda-feira, 2 de março de 2015

Livro x Filme: Simplesmente Acontece


O livro

Li Simplesmente Acontece no final do ano passado e me apaixonei imensamente pela história, pelos personagens, por tudo, tudo. Apesar de o livro ser escrito apenas no formato de cartas, mensagens e outros tipos de comunicação escrita, o que achei que não ia gostar, acabei me envolvendo do mesmo jeito que teria se fosse uma narrativa no formato de prosa.



O livro fala de Rosie Dunne e Alex Stewarts, dois jovens ingleses que são melhores amigos desde crianças. Os dois planejam ir para Boston estudar assim que terminarema escola, mas alguns imprevistos impedem Rosie de ir, e Alex acaba se mudando sozinho.

A história se passa em muitos anos, muitos mesmo. Vemos os primeiros bilhetes trocados quando Alex e Rosie tem apenas quatro anos, e, se não me engano, o livro termina quando eles têm cinquenta e poucos anos. Então, crescemos, literalmente, com os personagens.

A medida que o livro se passa, percebemos a intensidade dos sentimentos de um pelo outro, que obviamente passam de amizade. Acompanhamos a história de uma vida cheia de desencontros, conflitos, momentos tristes e felizes, nunca completos se Rosie está sem Alex, ou Alex sem Rosie.

Originalmente publicado com o título Onde Terminam os Arco-íris, o livro de Cecelia Ahern me conquistou completamente ao me mostrar, pessoalmente, que a vida não acaba aos 30 anos, ou depois de você ter um filho, ou depois de se casar. Sonhos devem ser perseguidos independente da idade, e as vezes eles demoram, sim, para se realizar, e isso nào quer dizer que você deva desistir.

O filme



No filme, Lily Collins interpreta Rosie, e Sam Claflin, Alex. Quando fui descobrir sobre o filme, isso já havia há muito sido decidido, então nem tinha o que argumentar, ou alguém diferente para sugerir. De qualquer maneira, amei todos os atores. Achei que eles realmente incorporaram de maneira linda os personagens, e suas personalidades ficaram óbvias.

Nós éramos inseparáveis, constantemente sendo separados.

Ah, gente, o que posso dizer sobre esse filme? Foi a primeira vez que chorei em um final feliz. A energia do livro foi captada perfeitamente no filme, e a história é tão maravilhosa, perfeita, envolvente e emocionante quanto.

A trilha sonora é incrível. Inclusive, foi por causa do trailer que descobri minha banda favorita atualmente, Kodaline (eles cantam High Hopes, aquela música que me conquistou na primeira vez que ouvi.). Algumas músicas são mais antigas, mas se encaixaram perfeitamente no clima de cada cena. Perfeito, perfeito.

Vale falar que eles mudaram algumas coisas, mas isso não me incomodou. Achei válidos eles mudarem algumas coisas, e tirarem outras, mesmo por que muita coisa acontece. Afinal, é a história de uma vida, né?


Recomendo muito tanto o livro quanto o filme, porque amei igualmente os dois, e amei muito. Leia o livro, depois veja o filme, depois releia o livro e faça isso mais mil vezes, porque vale a pena. Vou deixar o trailer, e alguns sites para vocês comprarem o livro:





Beijos,