Oi, gente! Então, mais uma adaptação de livro foi lançada, e foi a vez de Cidades de Papel ganhar vida. Eu acompanhei o lançamento do trailer e do poster, e da divulgação em geral e, vou confessar, nem estava preocupada com o fracasso. Eu tinha certeza de que seria bom. Com exceção do poster, tinha adorado o trailer tudo que eles tinham liberado. Infelizmente, o filme não foi tudo que eu esperava.
Primeiramente, sobre os atores e seus personagens. Se eles acertaram em alguma coisa, foi no elenco. Amei todos os atores, menos (não atirem pedras!) a Cara Delevigne. Nada contra ela, pelo contrário. Só não achei que ela se encaixou muito no papel de Margo. Em compensação, Nat Wolff, Halton Sage, Justice Smith e Austin Abrams (respectivamente, Quentin, Lacey, Radar e Ben.) foram maravilhosos, e incorporaram os personagens perfeitamente. Destaque para o Ben que foi exatamente como eu imaginei nos livros.
O problema mesmo do filme foi o ritmo lento. No livro, funcionou, pelo menos pra mim. Já no filme, algumas cenas não conseguiram me deixar animada. Houve algumas mudanças que eu não gostei muito, e algumas cenas que eu gostava que foram cortadas. Claro, já é o esperado, e normalmente eu sou bem compreensiva, mas dessa vez não deu muito certo pra mim.
Acho que, no final das contas, eles conseguiram passar a mensagem do livro, só não de um jeito legal e espontâneo como foi no livro. Senti que algumas cenas não fluiram, foram meio forçadas, e isso me incomodou.
Uma coisa que eu gostei bastante foi da trilha sonora. Houve muitas músicas boas, principalmente na hora da Van. Minha favorita é Burning do The War on Drugs.
Cidades de Papel é um filme engraçado, com aquelas lições de vida que eu amo, e aquele final típico John Green que eu também amo. A execução não foi das melhores, mas é um filme aproveitável, principalmente, acredito, se você não tiver lido o livro ainda.
Ah! Tem uma surpresinha no meio do filme que, ó, me deixou muito feliz haha
E vocês? Curtiram o filme?
Beijos!
Jú
