quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Frases favoritas #1

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Acho que uma das melhores partes de ler um livro é encontrar aquela frase que define/muda a sua existência (ou só uma frase bonitinha mesmo.) Tem gente que até sublinha no livro mesmo as citações mais marcantes. Se eu fizesse isso, é provável que vários livros inteiros ficassem sublinhados já que qualquer frase mais elaborada já me encanta. Mas nesse post quero colocar algumas das minhas frases favoritas dos livros que já li. Então, vamos lá:


Eu acho que somos quem somos por várias razões. E talvez nunca conheçamos a maior parte delas. Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. - As Vantagens de Ser Invisível








Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações. - A Culpa é das Estrelas 
                                                                                    
 É tão fácil se esquecer de como o mundo é cheio de pessoas, lotado, e cada uma delas é imaginável e sistematicamente mal interpretadas. - Cidades de Papel
Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia. - Quem é você, Alasca?
Somos tão indestrutíveis quando pensamos ser. - Quem é você, Alasca?
Não vale a pena mergulhar nos sonhos e esquecer de viver. - Harry Potter e a Pedra Filosofal

Alguns infinitos são maiores do que outros. - A Culpa é das Estrelas
Talvez nós vivamos entre a dor e a cura. - Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo
Ser cuidadoso com pessoas e com palavras era uma coisa rara e maravilhosa. - Arsitóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo
Se você não imaginar, as coisas sequer chegam a acontecer. - Cidades de Papel
Nós aceitamos o amor que achamos merecer. - As Vantagens de Ser Invisível

Ainda tem muitas outras, mas elas ficam para o próximo post! Quais dessas são suas favoritas?
Beijos, 

sábado, 10 de janeiro de 2015

Top 10 Destinos de Viagem

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Não entendo gente que não gosta de viajar. Pra mim, um dos maiores prazeres da vida é poder conhecer lugares novos, culturas diferentes e pessoas novas. É revigorante e só vai trazer coisas boas para a sua vida, além de te dar experiências maravilhosas. Por isso hoje quero falar dos 10 lugares que mais quero visitar. Os 5 primeiros são lugares que já fui, mas quero voltar, enquanto os 5 últimos espero poder conhecer o mais rápido possível! Confiram:

1- França 

Eu digo França, mas na verdade quero dizer Paris (Mas qualquer lugar da França serve também, não sou exigente demais.). É clichê, mas Paris é provavelmente o lugar mais lindo e mágico que já fui e quero muuuito voltar lá, assim que possível.

2- Londres


Já fui em Londres mais de uma vez, mas acho que nunca vou me cansar de lá. Eu poderia estudar lá, morar lá, trabalhar lá, viver lá, morrer lá e acho que ainda assim não seria suficiente. 

3- Nova York

Fui em Nova York uma vez e sinto que não consegui ver nem 1/3 do que a cidade tem a oferecer. Acho que é bem impossível ficar entediado lá, com tantos teatros, museus, parques e tudo mais e por isso quero voltar (apesar de duvidar que uma única vez seja suficiente para ver o que ainda falta.)

4- Amsterdam


Por algum motivo eu imagino ter gostado de Amsterdam muito mais do que acho que realmente gostei (?). Mesmo assim, minha visão de Amsterdam mudou (especialmente depois que eu li A Culpa é das Estrelas.) e quero ir novamente com uma perspectiva diferente.

5- Orlando

Mais clichê impossível, mas eu nunca vou enjoar de Orlando. Preciso ir de novo para ver as partes novas do parque no Harry Potter, mas eu não me importaria de ir todos os anos mesmo se tudo continuasse igual.

6- Oeste dos EUA

Las Vegas, Los Angeles, Santa Mônica... Apesar de gostar do leste dos EUA, quero muito conhecer o oeste. Imagina fazer uma roadtrip passando por toda a California e então Las Vegas?

7- Rússia

Não sei se sou eu, mas a Rússia é sinônimo de elegância e poder. Tudo parece ser tão bonito e chique, mas o que mais quero ver é o Balé Russo. Li um livro sobre isso (Inverno Russo) que me deixou muito curiosa, então mal posso esperar para conhecer.

8- Praga

Por que tudo em Praga é tão bonito? Não sei, mas eu quero ver essa beleza de perto.

9- Nova Zelândia 



Nem sei direito porque quero tanto visitar a Nova Zelândia, mas por um tempo acompanhei os vlogs de uma menina que fazia intercâmbio lá e me apaixonei por tudo que ela postava, principalmente as paisagens.

10-  Bariloche

Bariloche é aqui do lado e eu ainda não conheço, acho até um pouco vergonhoso.

Enfim, essas são os destinos que mais quero conhecer. Deixei dezenas de países de fora dessa lista (Bélgica, Noruega, Finlândia, Austrália, Turquia, Peru...) e foi difícil escolher com tantas cidades incríveis que ainda quero ir. E vocês, que lugares mais querem visitar?
Beijos,
Jú.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Devaneios Teatrais

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Beautiful Eastern Europe: Hungarian State Opera House ~ Budapest, Hungary

O palco era grande, iluminado e colorido por cortinas vinho escuras, que caiam pesadamente seguradas por cordas beges, feias, impróprias. Um bando de crianças andava desconfortavelmente lá em cima, olhando umas para as outras como se analisassem a concorrência, enquanto Dona Elsa, a gorda diretora do teatro, comandava-as.
Eu estava sentada na plateia, observando a cena com meus fones de ouvido no volume máximo, quando um garoto sentou-se ao meu lado. Sabia que ele era do mesmo ano que eu, mas não da mesma sala. Seus olhos estavam cobertos por uma estranha camada de cabelos encaracolados, e eu me virei, esperando que ele explicasse porque tinha se sentado ao meu lado, enquanto havia um auditório inteiro vazio e ele podia se sentar em qualquer outro lugar. Mas ele não me encarou. Decidi ignorá-lo, e me virei novamente para o palco.
Já era o final da tarde, e eu estava ali apenas esperando meu irmão mais novo, Lucas, sair do coral da escola para que pudéssemos ir juntos para casa. Normalmente, os ensaios eram hilários, com muita gritaria desafinada. Hoje, eu estava desanimada, e queria somente chegar em casa. O dia já tinha sido péssimo, e a cantoria era apenas mais uma de suas desgraças.
Encarei o caderno que segurava nas mãos, esperando que uma solução para os meus problemas se apresentasse ali, como que por mágica. Faltava apenas uma semana para meu teste final de teatro, e a tarefa era apresentar uma peça completa, bem estruturada, já apresentando os detalhes de toda a produção. Apesar de normalmente ser uma pessoa inventiva, minha imaginação tinha escolhido aquela semana para se ausentar, e eu não conseguia criar um enredo, e muito menos elaborar uma peça inteira.
Enquanto observava meu irmão cantar seu solo, pensando em como os pais não deviam incentivar os filhos a fazerem coisas nas quais não eram bons, considerei escrever uma daquelas peças românticas, em que a moça encontra o moço e eles vivem felizes para sempre depois de alguns conflitos. Mas fiquei envergonhada por ao menos ter considerando essa possibilidade. Romances eram para pessoas com bloqueio criativo, pensei. E então me lembrei de que aquela era exatamente eu: uma inútil artista com bloqueio criativo.
O menino ainda estava ao meu lado. Era silencioso, misterioso. Eu nem sabia seu nome, mas sabia que havia estudado com ele a vida toda. Era um pouco vergonhoso, na verdade. Inclinei-me discretamente para o lado, e consegui ver a etiqueta em seu caderno. Armando Pereira, li. Um nome estranho que correspondia ao dono, pensei. Decidi que aquele seria o nome do personagem principal de minha peça, e me orgulhei por ter começado a me mover e a escrever no papel vazio.
Voltei ao meu lugar e o descrevi: um menino estranho, de cabelos longos e encaracolados que cobriam a face, deixando-o com um ar misterioso, perigoso e inalcançável. Então notei que havia uma tatuagem em seu pulso. Apesar de não conseguir ver direito, enxerguei duas armas apontando uma para a outra, formando um triângulo, e números aleatórios de cabeça para baixo.
Comecei a perder-me em devaneios enquanto encarava descaradamente o garoto, imaginando mil possibilidades de histórias. Suas roupas desleixadas, sujas, demonstravam falta de uma figura feminina. Mas a postura inferior, nada máscula, revelava também a falta de uma presença masculina. Talvez seus pais tivessem morrido em um naufrágio. Talvez ele morasse com sua tia. Provavelmente ela era solteirona, e saía aos sábados com o rosto entupido de maquiagem e as pernas a mostra para tentar arrumar um pretendente. Ela deve trabalhar muito, pensei. Não é fácil manter por si só um garoto adolescente. Ela mal deve saber o que ele faz enquanto ela trabalha, enquanto sai em busca de algo animador em sua vida monótona. Ele provavelmente é revoltado, louco por vingar-se seja lá de quem tenha lhe dado vida tão injusta, tão indigna. Ele definitivamente mantém armas em seu poder, o que não explicaria propriamente sua tatuagem, mas talvez algo que ele tenha feito. Talvez ele mesmo tenha matado os pais. Talvez planeje matar a tia. Talvez esteja planejando matar a mim, logo agora, nesse auditório vazio pois todas as crianças já desceram do palco e estão nos camarins em busca de suas mochilas para finalmente poderem ir tranquilamente para seus adorados lares onde estarão seguras, quentes e bem alimentadas...
- Com licença. – dei um pulo ao ouvir a voz do garoto pela primeira vez. Ele finalmente me olhava nos olhos e eu podia jurar ter visto sua mão se mover para dentro do casaco, em busca das armas que o caracterizavam, com certeza. – Posso ajudar?
Eu provavelmente o tinha encarado durando todos aqueles minutos. Ele ia me matar, definitivamente.
- Ah. – murmurei inteligentemente. – Só estava interessada na sua tatuagem.
Ele sorriu um sorriso macabro, digno de assassino.
- Fiz no acampamento. – explicou ele.
Arqueei minhas sobrancelhas.
-Acampamento?- Acampamento para treinamento em assassinato?
- Sim, no acampamento de números. A data em baixo marca o dia em que fui o único a resolver o desafio do final de verão.
Reparei então que as duas armas eram, na verdade, dois esquadros. Algo em mim murchou, provavelmente a parte detetive aventureira que desejava uma real história para contar, uma história de sangue e batalhas em um mundo injusto.
- Ah, certo. Legal.
Meu irmão então chegou e nós fomos para casa. Armando Pereira ficou para trás enquanto eu me afastava, mas eu estava suficientemente satisfeita. Finalmente, tinha meu enredo. Ele podia não ser verdadeiro, mas havia tempos que eu havia aceitado que, as vezes, a ficção é melhor que a realidade.



segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Artista: Laia Lopez

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Uma das coisas que mais amo fazer é desenhar e apesar de não ser um desastre completo, ainda tenho muito o que aprender e melhorar. Alguns artistas em particular me inspiram com seus trabalhos e me fazem querer treinar e treinar para ficar ainda melhor, e hoje quero falar sobre um deles: a Laia.

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A Laia Lopez (ou itslopez, nas redes sociais.) tem 20 anos, é da Espanha, e faz faculdade de Belas Artes em Barcelona. Apesar de ter um estilo muito definido, ela também faz desenhos hiper realistas. E além de desenhar, ela também pinta.

You held your breath by itslopez



Os desenhos são feitos diversas maneiras, usando de aquarela e tinta a lápis de cor e colorido digital.

  
 
 

Seus desenhos já foram reconhecidos por diversos autores de livros cujos personagens ela desenhou. Inclusive, esse desenho de A Culpa é das Estrelas apareceu no clipe da música do Ed Sheeran para a trilha sonora do filme.

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Laia também vende objetos e roupas personalizados com seus desenhos nesse site. Ela também pode ser encontrada em várias redes sociais como InstagramTumblrFacebookTwitter e Youtube onde posta alguns tutoriais de tempos em tempos.

Enfim, é isso por hoje, espero que tenham gostado de conhecer um pouco da minha artista favorita atualmente! Se vocês conhecerem mais algum artista que gostam, comentem!


Beijos, Jú

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Melhores livros de 2014!

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Aproveitando essas últimas horas do ano, hoje vim falar dos melhores livros de 2014! Esses livros não foram necessáriamente lançados em 2014, mas são os que eu li esse ano. E eles não estão em ordem, só o primeiro que foi com certeza o melhor!

1- Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo


"Aristóteles é um jovem de quinze anos solitário e introspectivo, revoltado com todos os segredos que o mantêm distante da verdade sobre sua própria vida. Há anos ele não escuta o nome do irmão mais velho dentro de casa, e tudo o que ele sabe é que Bernardo está preso, mas não tem ideia do que aconteceu. Ele já não suporta todo esse mistério à sua volta, principalmente quando há ainda mais mistérios escondidos dentro de si.

Quando chegam as férias de verão, Ari se pergunta se finalmente descobrirá o mundo que está lá fora à sua espera e de que tanto ouve falar. Por acaso, ele encontra um garoto que, apesar de também ter ascendência mexicana e o nome de um intelectual famoso, é completamente diferente dele. O que começa como uma aula de natação aos poucos se transforma numa amizade especial, do tipo que muda a vida das pessoas e dura para sempre. E é através dessa amizade que Ari e Dante vão descobrir mais sobre si mesmos - e sobre o tipo de pessoa que querem ser."

Esse livro foi tão maravilhosamente diferente de tudo que eu li esse ano, e eu não esperava que fosse assim tão bom.

2- Fangirl 


"Cath é fã da série de livros Simon Snow. Ok. Todo mundo é fã de Simon Snow, mas Cath, ser fã é sua vida – e ela é realmente boa nisso. Vive lendo e relendo a série; está sempre antenafa aos fóruns; escreve uma fanfic de sucesso; e até se veste igual aos personagens na estréia de cada filme.
Diferente de sua irmã gêmea, Wren, que ao crescer deixou o fandom de lado, Cath simplesmente não consegue se desapegar."

Esse foi o primeiro livro que li da Rainbow Rowell, e possivelmente o livro com o qual eu mais me identifiquei na vida. Gostei tanto da escrita da autora que não pude deixar de incluir outro de seus livros na lista de favoritos...

3- Eleanor & Park

"Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo."

4- Mentirosos

"Os Sinclair são uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano eles passam as férias de verão numa ilha particular. Cadence, neta primogênita e principal herdeira, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos. Cadence admira Gat por suas convicções políticas e, conforme os anos passam, a amizade com aquele garoto intenso evolui para algo mais. Mas tudo desmorona durante o verão de seus quinze anos, quando Cadence sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido¿ até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.
Mentirosos é um suspense moderno e sofisticado, impossível de largar até que todos seus mistérios sejam desvendados. Ao mesmo tempo, a prosa lírica e o estilo seco e denso o fará mergulhar de cabeça no mundo dos Sinclair e nas crescentes angústias de Cadence, para então vir à tona completamente impactado."

Provavelmente o livro mais trágico que já li na vida. 

5- Perdão, Leonard Peacock 


"Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Mas antes ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, o vizinho obcecado por filmes de Humphrey Bogart; Baback, que estuda na mesma escola que ele e é um virtuose do violino; Lauren, a garota cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, o professor que está agora ensinando à turma sobre o Holocausto. Encontro após encontro, conversando com cada uma dessas pessoas, o jovem ao poucos revela seus segredos, mas o relógio não para: até o fim do dia Leonard estará morto."

6- Anna e o Beijo Francês


“Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs — ou qualquer nome que eles dão a estes — em cada esquina... Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica do mundo.” Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Etiénne, além de tudo, tem uma namorada... Anna e Etiénne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer?"

Se você nunca leu esse livro, você não sabe o que é fofura.

Então, esses foram os melhores livros que eu li em 2014. Feliz ano novo para todos, que 2015 seja cheio de alegria e tudo que vocês mais desejam!
Beijos, Jú

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Resenha: O Doador de Memórias

Sinopese da Editora Arqueiro:

Em O doador de memórias, a premiada autora Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existem dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não há amor, desejo ou alegria genuína.

Os habitantes de uma pequena comunidade, satisfeitos com a vida ordenada, pacata e estável que levam, conhecem apenas o presente – o passado e todas as lembranças do antigo mundo lhes foram apagados da mente.

Um único indivíduo é encarregado de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis.

Aos 12 anos, idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz ideia de que seu mundo nunca mais será o mesmo.

Orientado pelo velho Doador, Jonas descobre pouco a pouco o universo extraordinário que lhe fora roubado. Como uma névoa que vai se dissipando, a terrível realidade por trás daquela utopia começa a se revelar.

*****
Há quem diga que o livro é uma distopia; eu diria que é mais uma utopia. Talvez seja um pouco dos dois.
Jonas vive em uma sociedade perfeita, onde as pessoas desconhecem a guerra, os conflitos e a dor. Porém, para que seja assim, coisas do passado tiveram que ser sacrificadas: já não há mais cores, música, ou emoções. As pessoas inclusive tem que tomar uma pílula para reprimir seus sentimentos, tornando o mundo em que vivem completamente racional.
É muito interessante ver Jonas tomar conhecimento de todas as coisas que já não existem mais, já que são coisas cotidianas para nós. Quase não acreditei quando li que eles viviam em um mundo em preto e branco.
Talvez o que faça esse livro se destacar seja que, diferentemente de todas as distopias/livros de ficção atuais, não existe real conflito. Jonas não tenta começar uma revolução (o que não funcionaria de qualquer maneira, já que ninguém estaria disposto a segui-lo, afinal, ele era o único com o conhecia o passado, além do Doador.), ele simplesmente deixa a sociedade, pensando que aquela era a melhor maneira de resolver os problemas. Na verdade, não há antagonista real nessa história, a não ser falta de emoções em si. Mesmo o governo de toda aquela sociedade alienada não é culpado uma única vez: eles também desconhecem a verdade, que é a única coisa que prova que há algo errado.
O que mais gostei no livro foi a relação entre Gabriel e Jonas, já que Gabriel parece ser o único que o entende (Além, é claro, do próprio Doador de Memórias.) Não é mencionado no livro, mas acredito que eles não tirem as emoções de bebês e crianças. Por isso mesmo, Jonas e Gabriel parecem ter uma ligação.
É um livro curto; eu gostaria que fosse mais longo, mas entendo por que a autora resolveu finalizar do jeito como finalizou. Sei que tem continuações (mais 3 livros.), mas os livros seguintes não seguem Jonas, nem algum conhecido da história.
Ao todo, gostei muito do livro. Até já assisti ao filme, que na verdade achei até mais... Explicativo que o livro, de certa maneira. Algumas coisas foram mudadas, mas achei que foram mudadas para melhor!
Então é isso, se você já leu O Doador de Memórias, ou alguma de suas continuações, comentem e digam o que acharam!
Beijos,

domingo, 7 de dezembro de 2014

Playlist

Ohh really I want this headphone

Oi, gente! Hoje vim trazer pra vocês uma playlist das músicas que mais tenho escutado ultimamente. Descobri alguns artistas novos recentementes, inclusive alguns tão desconhecidos que é até difícil de achar as músicas no youtube! Se você anda procurarando músicas novas (ou não tão novas) pra ouvir, confere aí:

1) Stubborn Love - The Lumineers



Meu vício nessa música já passou dos limites.

2) Hey - Falls


Essa é a tal banda-desconhecida-difícil-de-achar-no-youtube que eu falei. É uma dupla de cantores, que realmente não devia ser desconhecida. Quando vi pensei que era uma das bandas boas que todo mundo já conhece menos eu (porque sou super lerda pra descobrir músicas novas), mas na verdade não, quase ninguém sabe quem eles são. As músicas são fofas e com um ritmo gostoso e as vozes feminina e masculina ficam perfeitas juntas.

3) Big Coat - Wiretree


 Outra banda não é muito conhecida, e dela só conheço essa música, que gosto bastante.

4) Sacred Heart - The Civil Wars


Como a letra é em francês, o que me atraiu mesmo foi o ritmo lentinho, bem no estilo que eu gosto.

5) Thinking Out Loud - Ed Sheeran


Essa tooodo mundo conhece (clipe mais fofo!).

6) Blank Space - Taylor Swift


Confesso não gosto muito das músicas nova da Taylor, e amo demais todas as suas antigas (quando ainda era country), mas gostei bastante dessa música e amei o clipe e estou apaixonada pelo cabelo dela.

7) Whatever You Like - Anya Marina


A Anya Marina descobri ontem e amei tanto que tive que colocar duas músicas!

8) All The Same to Me - Anya Marina


9) Born and Raised - John Mayer


Sei que é velha, mas eu só descobri agora haha

10) Hey Julie - Fountains of Wayne



E vocês, conheciam algumas dessas músicas? Comentem!
Beijos, Jú