terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Quote do dia #2

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''As pessoas vêm e vão e nós sabemos que isso acontece, mesmo assim sofremos um choque enorme quando acontece.'' - Simplesmente Acontece

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Resenha: Métrica - Colleen Hoover

O romance de estreia de Colleen Hoover, autora que viria a figurar na lista de best sellers do New York Times, apresenta uma família devastada por uma morte repentina. Após a perda inesperada do pai, Layken, de 18 anos, é obrigada a ser o suporte tanto da mãe quanto do irmão mais novo. Por fora, ela parece resiliente e tenaz; por dentro, entretanto, está perdendo as esperanças. Um rapaz transforma tudo isso: o vizinho de 21 anos, que se identifica com a realidade de Layken e parece entendê-la como ninguém. A atração entre os dois é inevitável, mas talvez o destino não esteja pronto para aceitar esse amor. 

Nem acredito que depois do fracasso que foi Um Caso Perdido para mim consegui terminar (e gostar!) de Métrica. O livro é curto, tem apenas 299 páginas e levei menos de 10 horas para terminá-lo. A escrita simples, mas que consegue expressar bem as emoções e os acontecimentos nas vidas dos personagens, contribui para uma narrativa rápida que te prende.

O livro conta a história de Layken, uma garota de 18 anos que se muda do Texas para o Michigan com sua mãe e irmão após a morte de seu pai. Logo que chega (e logo mesmo, tipo menos de um minuto depois de sair do carro.), Layken já conhece seu vizinho de 21 anos, Will Cooper. Essa paixão instantânea me incomodou um pouco, mas o livro foi para uma direção diferente da que eu imaginava, então não deixem-se enganar por esse amor à primeira vista. A atração é imediata, e eles já combinam de sair. Nesse primeiro encontro, já é apresentado o aspecto que mais gosto do livro: a poesia slam.

Não sou uma grande fã de poesia, especialmente não de livros que tem poesia no meio; normalmente pulo as poesias citadas, a não ser que elas sejam realmente importantes para a narrativa. Mas nesse caso, as cenas com as poesias eram as que eu mais esperava, as que mais me cativaram. Por meio delas conseguimos conhecer todos os personagens de uma maneira mais profunda que não conseguiríamos se tivéssemos apenas as descrições e conflitos como recurso. A poesia slam conquistou um pedacinho do meu coração!

Em meio a problemas que impedem que Will e Layken fiquem juntos, achei que ambos os personagens foram construídos de maneira muito realistas, assim como a maneira como eles lidam com seus conflitos e responsabilidades. Layken soa, age, e é uma garota de 18 anos, e as vezes em livros as características que fazem com que a personagem principal seja realmente quem ela diz ser são descartadas, e temos um narrador idealizado e irreal, impossível de se relacionar com o leitor. Isso não acontece em Métrica.

As histórias dos outros personagens fora Layken tambémn foram bem construídas e fizeram parte do enredo principal. Gostei de todos os personagens igualmente (de Layken um pouco menos, pelos menos no começo do livro.), mas Eddie me encantou de uma maneira diferente. Sua atitude positiva e alegre o tempo todo trouxe energia para o livro, e uma das minhas cenas favoritas foi uma que se relacionava com ela, uma que envolvia alguns balões cor-de-rosa! <3

Outra coisa que gostei foi das letras de músicas da banda favorita de Layken, The Avett Brothers, no começo de cada capítulo. As letras tinham significado, e era muito bonitas. Por isso mesmo, já comecei a escutar algumas músicas da banda e devo dizer que estou gostando bastante!

Para mim o único ponto negativo do livro, foi ele ter uma continuação. O desfecho foi tão bem planejado, e funcionou perfeitamente para mim. Não vi necessidade de uma continuação, e a sinopse do segundo livro (Pausa) não me atraiu muito. Mas esse é um problema fácil de resolver: acho que simplesmente não vou ler, e manter intacta a minha opinião positiva sobre esse livro.

Nas últimas semanas, li tantos livros que não me agradaram e me decepcionaram e me deixaram com a impressão de que eu nunca mais ia conseguir gostar de um livro , que ao terminar Métrica tive uma sensação de Aleluia. Ainda existem livros bons pelos quais posso me apaixonar.

Quotes: 


Não levem a vida tão a sério. Deem um murro bem na cara dela quando ela estiver precisando de uma boa surra. Riam dela.


Sejam compreensivos. Em relação a tudo. Às diferenças das pessoas, suas semelhanças, escolhas, personalidades. Às vezes, é a variedade que faz uma coleção ser boa. O mesmo se aplica às pessoas.

Ela me ensinou a questionar.nunca me arrepender.Ela me ensinou a ampliar meus limites,Porque é para isso que eles existem.

Às vezes, a vida fica no meio do caminho.Fica totalmente no meio do seu maldito caminho.Mas ela não fica totalmente no meio do seu malditocaminho por querer que você desista e deixe que assuma ocontrole. A vida não fica totalmente no meio do seu
maldito caminho só porque quer que você deixe tudo nasmãos dela e seja levado por ela.
A vida quer que você lute.Que aprenda a fazer uma vida sua.






Esse livro era o primeiro na minha lista de leitura de 2015, e ela começou bem! Comentem o que acharam da resenha, e do livro, e quais as suas partes favoritas! Por fim, minha música favorita dos Avett Brothers (até agora, só os conheço há menos de 24 horas.):


Beijos,



domingo, 18 de janeiro de 2015

Quote do dia #1

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Você não é o último sonho da minha alma.É o primeiro, o único que jamais fui capaz de evitar. É o primeiro sonho da minha alma, e deste sonho espero que venham todos os outros, uma vida inteira. - Will Herondale (A Princesa Mecânica)


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Frases favoritas #1

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Acho que uma das melhores partes de ler um livro é encontrar aquela frase que define/muda a sua existência (ou só uma frase bonitinha mesmo.) Tem gente que até sublinha no livro mesmo as citações mais marcantes. Se eu fizesse isso, é provável que vários livros inteiros ficassem sublinhados já que qualquer frase mais elaborada já me encanta. Mas nesse post quero colocar algumas das minhas frases favoritas dos livros que já li. Então, vamos lá:


Eu acho que somos quem somos por várias razões. E talvez nunca conheçamos a maior parte delas. Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher aonde iremos a partir daqui. - As Vantagens de Ser Invisível








Meus pensamentos são estrelas que eu não consigo arrumar em constelações. - A Culpa é das Estrelas 
                                                                                    
 É tão fácil se esquecer de como o mundo é cheio de pessoas, lotado, e cada uma delas é imaginável e sistematicamente mal interpretadas. - Cidades de Papel
Imaginar o futuro é uma espécie de nostalgia. - Quem é você, Alasca?
Somos tão indestrutíveis quando pensamos ser. - Quem é você, Alasca?
Não vale a pena mergulhar nos sonhos e esquecer de viver. - Harry Potter e a Pedra Filosofal

Alguns infinitos são maiores do que outros. - A Culpa é das Estrelas
Talvez nós vivamos entre a dor e a cura. - Aristóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo
Ser cuidadoso com pessoas e com palavras era uma coisa rara e maravilhosa. - Arsitóteles e Dante Descobrem os Segredos do Universo
Se você não imaginar, as coisas sequer chegam a acontecer. - Cidades de Papel
Nós aceitamos o amor que achamos merecer. - As Vantagens de Ser Invisível

Ainda tem muitas outras, mas elas ficam para o próximo post! Quais dessas são suas favoritas?
Beijos, 

sábado, 10 de janeiro de 2015

Top 10 Destinos de Viagem

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Não entendo gente que não gosta de viajar. Pra mim, um dos maiores prazeres da vida é poder conhecer lugares novos, culturas diferentes e pessoas novas. É revigorante e só vai trazer coisas boas para a sua vida, além de te dar experiências maravilhosas. Por isso hoje quero falar dos 10 lugares que mais quero visitar. Os 5 primeiros são lugares que já fui, mas quero voltar, enquanto os 5 últimos espero poder conhecer o mais rápido possível! Confiram:

1- França 

Eu digo França, mas na verdade quero dizer Paris (Mas qualquer lugar da França serve também, não sou exigente demais.). É clichê, mas Paris é provavelmente o lugar mais lindo e mágico que já fui e quero muuuito voltar lá, assim que possível.

2- Londres


Já fui em Londres mais de uma vez, mas acho que nunca vou me cansar de lá. Eu poderia estudar lá, morar lá, trabalhar lá, viver lá, morrer lá e acho que ainda assim não seria suficiente. 

3- Nova York

Fui em Nova York uma vez e sinto que não consegui ver nem 1/3 do que a cidade tem a oferecer. Acho que é bem impossível ficar entediado lá, com tantos teatros, museus, parques e tudo mais e por isso quero voltar (apesar de duvidar que uma única vez seja suficiente para ver o que ainda falta.)

4- Amsterdam


Por algum motivo eu imagino ter gostado de Amsterdam muito mais do que acho que realmente gostei (?). Mesmo assim, minha visão de Amsterdam mudou (especialmente depois que eu li A Culpa é das Estrelas.) e quero ir novamente com uma perspectiva diferente.

5- Orlando

Mais clichê impossível, mas eu nunca vou enjoar de Orlando. Preciso ir de novo para ver as partes novas do parque no Harry Potter, mas eu não me importaria de ir todos os anos mesmo se tudo continuasse igual.

6- Oeste dos EUA

Las Vegas, Los Angeles, Santa Mônica... Apesar de gostar do leste dos EUA, quero muito conhecer o oeste. Imagina fazer uma roadtrip passando por toda a California e então Las Vegas?

7- Rússia

Não sei se sou eu, mas a Rússia é sinônimo de elegância e poder. Tudo parece ser tão bonito e chique, mas o que mais quero ver é o Balé Russo. Li um livro sobre isso (Inverno Russo) que me deixou muito curiosa, então mal posso esperar para conhecer.

8- Praga

Por que tudo em Praga é tão bonito? Não sei, mas eu quero ver essa beleza de perto.

9- Nova Zelândia 



Nem sei direito porque quero tanto visitar a Nova Zelândia, mas por um tempo acompanhei os vlogs de uma menina que fazia intercâmbio lá e me apaixonei por tudo que ela postava, principalmente as paisagens.

10-  Bariloche

Bariloche é aqui do lado e eu ainda não conheço, acho até um pouco vergonhoso.

Enfim, essas são os destinos que mais quero conhecer. Deixei dezenas de países de fora dessa lista (Bélgica, Noruega, Finlândia, Austrália, Turquia, Peru...) e foi difícil escolher com tantas cidades incríveis que ainda quero ir. E vocês, que lugares mais querem visitar?
Beijos,
Jú.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Devaneios Teatrais

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Beautiful Eastern Europe: Hungarian State Opera House ~ Budapest, Hungary

O palco era grande, iluminado e colorido por cortinas vinho escuras, que caiam pesadamente seguradas por cordas beges, feias, impróprias. Um bando de crianças andava desconfortavelmente lá em cima, olhando umas para as outras como se analisassem a concorrência, enquanto Dona Elsa, a gorda diretora do teatro, comandava-as.
Eu estava sentada na plateia, observando a cena com meus fones de ouvido no volume máximo, quando um garoto sentou-se ao meu lado. Sabia que ele era do mesmo ano que eu, mas não da mesma sala. Seus olhos estavam cobertos por uma estranha camada de cabelos encaracolados, e eu me virei, esperando que ele explicasse porque tinha se sentado ao meu lado, enquanto havia um auditório inteiro vazio e ele podia se sentar em qualquer outro lugar. Mas ele não me encarou. Decidi ignorá-lo, e me virei novamente para o palco.
Já era o final da tarde, e eu estava ali apenas esperando meu irmão mais novo, Lucas, sair do coral da escola para que pudéssemos ir juntos para casa. Normalmente, os ensaios eram hilários, com muita gritaria desafinada. Hoje, eu estava desanimada, e queria somente chegar em casa. O dia já tinha sido péssimo, e a cantoria era apenas mais uma de suas desgraças.
Encarei o caderno que segurava nas mãos, esperando que uma solução para os meus problemas se apresentasse ali, como que por mágica. Faltava apenas uma semana para meu teste final de teatro, e a tarefa era apresentar uma peça completa, bem estruturada, já apresentando os detalhes de toda a produção. Apesar de normalmente ser uma pessoa inventiva, minha imaginação tinha escolhido aquela semana para se ausentar, e eu não conseguia criar um enredo, e muito menos elaborar uma peça inteira.
Enquanto observava meu irmão cantar seu solo, pensando em como os pais não deviam incentivar os filhos a fazerem coisas nas quais não eram bons, considerei escrever uma daquelas peças românticas, em que a moça encontra o moço e eles vivem felizes para sempre depois de alguns conflitos. Mas fiquei envergonhada por ao menos ter considerando essa possibilidade. Romances eram para pessoas com bloqueio criativo, pensei. E então me lembrei de que aquela era exatamente eu: uma inútil artista com bloqueio criativo.
O menino ainda estava ao meu lado. Era silencioso, misterioso. Eu nem sabia seu nome, mas sabia que havia estudado com ele a vida toda. Era um pouco vergonhoso, na verdade. Inclinei-me discretamente para o lado, e consegui ver a etiqueta em seu caderno. Armando Pereira, li. Um nome estranho que correspondia ao dono, pensei. Decidi que aquele seria o nome do personagem principal de minha peça, e me orgulhei por ter começado a me mover e a escrever no papel vazio.
Voltei ao meu lugar e o descrevi: um menino estranho, de cabelos longos e encaracolados que cobriam a face, deixando-o com um ar misterioso, perigoso e inalcançável. Então notei que havia uma tatuagem em seu pulso. Apesar de não conseguir ver direito, enxerguei duas armas apontando uma para a outra, formando um triângulo, e números aleatórios de cabeça para baixo.
Comecei a perder-me em devaneios enquanto encarava descaradamente o garoto, imaginando mil possibilidades de histórias. Suas roupas desleixadas, sujas, demonstravam falta de uma figura feminina. Mas a postura inferior, nada máscula, revelava também a falta de uma presença masculina. Talvez seus pais tivessem morrido em um naufrágio. Talvez ele morasse com sua tia. Provavelmente ela era solteirona, e saía aos sábados com o rosto entupido de maquiagem e as pernas a mostra para tentar arrumar um pretendente. Ela deve trabalhar muito, pensei. Não é fácil manter por si só um garoto adolescente. Ela mal deve saber o que ele faz enquanto ela trabalha, enquanto sai em busca de algo animador em sua vida monótona. Ele provavelmente é revoltado, louco por vingar-se seja lá de quem tenha lhe dado vida tão injusta, tão indigna. Ele definitivamente mantém armas em seu poder, o que não explicaria propriamente sua tatuagem, mas talvez algo que ele tenha feito. Talvez ele mesmo tenha matado os pais. Talvez planeje matar a tia. Talvez esteja planejando matar a mim, logo agora, nesse auditório vazio pois todas as crianças já desceram do palco e estão nos camarins em busca de suas mochilas para finalmente poderem ir tranquilamente para seus adorados lares onde estarão seguras, quentes e bem alimentadas...
- Com licença. – dei um pulo ao ouvir a voz do garoto pela primeira vez. Ele finalmente me olhava nos olhos e eu podia jurar ter visto sua mão se mover para dentro do casaco, em busca das armas que o caracterizavam, com certeza. – Posso ajudar?
Eu provavelmente o tinha encarado durando todos aqueles minutos. Ele ia me matar, definitivamente.
- Ah. – murmurei inteligentemente. – Só estava interessada na sua tatuagem.
Ele sorriu um sorriso macabro, digno de assassino.
- Fiz no acampamento. – explicou ele.
Arqueei minhas sobrancelhas.
-Acampamento?- Acampamento para treinamento em assassinato?
- Sim, no acampamento de números. A data em baixo marca o dia em que fui o único a resolver o desafio do final de verão.
Reparei então que as duas armas eram, na verdade, dois esquadros. Algo em mim murchou, provavelmente a parte detetive aventureira que desejava uma real história para contar, uma história de sangue e batalhas em um mundo injusto.
- Ah, certo. Legal.
Meu irmão então chegou e nós fomos para casa. Armando Pereira ficou para trás enquanto eu me afastava, mas eu estava suficientemente satisfeita. Finalmente, tinha meu enredo. Ele podia não ser verdadeiro, mas havia tempos que eu havia aceitado que, as vezes, a ficção é melhor que a realidade.



segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Artista: Laia Lopez

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Uma das coisas que mais amo fazer é desenhar e apesar de não ser um desastre completo, ainda tenho muito o que aprender e melhorar. Alguns artistas em particular me inspiram com seus trabalhos e me fazem querer treinar e treinar para ficar ainda melhor, e hoje quero falar sobre um deles: a Laia.

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A Laia Lopez (ou itslopez, nas redes sociais.) tem 20 anos, é da Espanha, e faz faculdade de Belas Artes em Barcelona. Apesar de ter um estilo muito definido, ela também faz desenhos hiper realistas. E além de desenhar, ela também pinta.

You held your breath by itslopez



Os desenhos são feitos diversas maneiras, usando de aquarela e tinta a lápis de cor e colorido digital.

  
 
 

Seus desenhos já foram reconhecidos por diversos autores de livros cujos personagens ela desenhou. Inclusive, esse desenho de A Culpa é das Estrelas apareceu no clipe da música do Ed Sheeran para a trilha sonora do filme.

  Exibindo _20150105_105239.JPGExibindo _20150105_105201.JPG Exibindo _20150105_105226.JPG Exibindo _20150105_105252.JPG Exibindo _20150105_105216.JPG

Laia também vende objetos e roupas personalizados com seus desenhos nesse site. Ela também pode ser encontrada em várias redes sociais como InstagramTumblrFacebookTwitter e Youtube onde posta alguns tutoriais de tempos em tempos.

Enfim, é isso por hoje, espero que tenham gostado de conhecer um pouco da minha artista favorita atualmente! Se vocês conhecerem mais algum artista que gostam, comentem!


Beijos, Jú