segunda-feira, 27 de abril de 2015

Sobre adaptações de livros

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Olá! Sim, estou viva e, mais uma vez, peço desculpas pela ausência e me justifico da mesma maneira de sempre, mas enfim. Hoje vim falar de adaptações de livros, seja em filmes ou seriados.

Não parece que hoje todo livro está sendo transformado em filme? E na verdade, não sei como me sinto em relação a isso. Tem livros que você consegue visualizar na tela do cinema, e não tem nada melhor do que vê-lo sendo adaptado. Mas acho que com certos livros, sou tipo a Hazel de A Culpa é das Estrelas, com Uma Aflição Imperial: quero que eles sejam meus, e meus somentes. E parece egoísta, querer manter uma história tão incrível em segredos, dividindo-a com apenas um grupo mínimo de pessoas. Mas é assim que eu me sinto, por exemplo, com Quem é você, Alasca?, que é meu livro favorito do John Green e possivelmente um dos meus favoritos da vida.

Quem é você, Alasca? é uma história diferente, que foge ao senso comum, e, por isso, nem todos gostam. Mas se você consegue apreciá-la de verdade, é fácil de te conquistar. O que mais tenho medo, é de que esse livro se torne como A Culpa da Estrelas: um clichê romântico. Sim, é um romance meio clichê, se você não conseguir absorver o que ele tem para oferecer. Mas não quero que ele se torne um filme idiota, pelo qual milhares de pessoas vão se apaixonar e sair citando as citações que eu chamei de favoritas primeiro. Egoísta? Sim, e até um pouco idiota. Mas eu pessoalmente já não aguento mais ouvir alguém falando "Okay? Okay.". Perdeu toda a magia.

Livros como esse, e Cidades de Papel, e Eleanor & Park, ao meu ver, deviam ser deixados em paz, em toda a sua perfeição. Vou assistir os filmes? Claro. Vou esperar ansiosamente? Com certeza. Mas se for ruim, e, principalmente, se perder o significado, vou mandar arrancar algumas cabeças.


Porém, tem aqueles livros que parece que "nasceram" para virarem filmes, não? Pra mim é o caso de Jogos Vorazes. Tem alguém aí que não gosta dos filmes de Jogos Vorazes? Por que pra mim, eles são o exemplo perfeito de como adaptações deveriam ser feitas. Eu posso dizer com certeza que gosto tanto dos livros, quanto dos filmes, e isso é raro.

Mas talvez a coisa mais triste seja quando um livro maravilhoso, tem um filme vergonhoso, e, sim, estou falando de Percy Jackson. E também de Instrumentos Mortais, e, mais recentemente, Insurgente. Não sou extremamente exigente com adaptações. Não ligo se a cor do olho mudar, se algumas cenas forem cortadas, ou coisas do tipo. Mas por favor, filmes, façam jus aos livros que vocês estão adaptando, e lembrem-se que vocês só estão sendo feitos por causa dos fãs dos livros, que amam a história dos livros. Mudanças sempre são bem vindas, contanto que sejam pertinentes, e melhorem o enredo. Cortes são necessários, contanto que ocorram em partes que não afetam o desenvolvimento dos personagens e da história.

Alguns desses filmes talvez fosse melhor que nem tivessem existido, ou pudessem ser refeitos, não é? Atualmente, a felicidade da minha vida é que Instrumentos Mortais vai virar uma série de TV, o que eu acho uma alternativa incrível, tanto como primeira opção de adaptação, quanto para uma segunda chance. Mas não que eles sejam imunes ao desastre, não é? Vocês assistiram ao pilot de A Seleção? Se não, ainda bem. (Mas, no caso de vocês quererem assistir, vou deixar aí embaixo.) Então, o contrário pode sim acontecer, já que agora A Seleção vai virar filme!



Bom, gente, só queria abrir uma discussão sobre um assunto que parece causar muitas reações diferentes. Então, o que vocês acham?

Beijos,

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Wishlist (Por motivos de bloqueio criativo)

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Oi, gente! Continuo sumida, eu sei. E continuo sem criatividade. Resolvi fazer uma nova wishlist, já que a última que fiz foi no começo do ano e desde então, claro que eu me interessei por novos livros. A maioria é lançamento, então vocês devem reconhecer os títulos! Vamos lá:


1- A Playlist de Hayden

Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente
Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava.“A Playlist de Hayden” é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.
Ando ouvindo taaanto sobre esse livro! Adoro livros com temas musicais (já falei de A Playlist da Minha Vida) e, na verdade, qualquer livro com esse clima de "descobrindo quem você realmente é" e tal.

2- Feita de Fumaça e Osso

Pelos quatro cantos da Terra, marcas de mãos negras aparecem nas portas das casas, gravadas a fogo por seres alados que surgem de uma fenda no céu. Em uma loja sombria e empoeirada, o estoque de dentes de um demônio está perigosamente baixo.E, nas tumultuadas ruas de Praga, uma jovem estudante de arte está prestes a se envolver em uma guerra de outro mundo.O nome dela é Karou. Seus cadernos de desenho são repletos de monstros que podem ou não ser reais; ela desaparece e ressurge do nada, despachada em enigmáticas missões; fala diversas línguas, nem todas humanas, e seu cabelo azul nasce exatamente dessa cor. Quem ela é de verdade? A pergunta a persegue, e o caminho até a resposta começa no olhar abrasador de um completo estranho.
Já falei que livros de fantasia foram os que me iniciaram no mundo da leitura, e, apesar de muitos desse gênero terem me desapontado recentemente, e apesar de eu saber que meu gosto mudou, eu continuo insistindo. Muita gente me fala bem desse livro e eu preciso ler, nem que seja pra poder falar que não gostei.


3- A Mais Pura Verdade

Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.Mas, em certo sentido um sentido muito importante, Mark não tem nada a ver com as outras crianças.Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier. Nem que seja a última coisa que ele faça.A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.
Quero ler esse livro simplesmente porque ele me pareceu muito diferente. Em meio a tantos livros de romances trágicos (que eu adoro) achei que esse se destacou por ter um tema diferente.

4- Por Lugares Incríveis

Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, Violet se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e, para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular. Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: visitar os lugares incríveis do estado onde moram. Nessas andanças, Finch encontra em Violet alguém com quem finalmente pode ser ele mesmo, e a garota para de contar os dias e passa a vivê-los.

Sabe os "romances trágicos" que eu acabei de falar que adoro? Então. 
5- Ligações

Georgie Mccool sabe que seu casamento está estagnado. Tem sido assim por um bom tempo. Ela ainda ama seu marido, Neal, e ele também a ama, profundamente – mas o relacionamento entre eles parece estar em segundo plano a essa altura.Talvez sempre esteve em segundo plano.Dois dias antes da tão planejada viagem para passar o Natal com a família do marido em Omaha, Georgie diz a ele que não poderá ir, por conta de uma proposta de trabalho irrecusável. Ela sabia que ele ficaria chateado – Neal está sempre um pouco chateado com Georgie –, mas não a ponto de fazer as malas e viajar sozinho com as crianças.Então, quando Neal e as filhas partem para o aeroporto, ela começa a se perguntar se finalmente conseguiu. Se finalmente arruinou tudo.Mas Georgie estava prestes a descobrir algo inacreditável: uma maneira de se comunicar com Neal no passado. Não se trata de uma viagem no tempo, não exatamente, mas ela sente como se isso fosse uma oportunidade única para consertar o seu casamento – antes mesmo de acontecer…Será que é isso mesmo o que ela deve fazer?Ou ambos estariam melhor se o seu casamento jamais tivesse acontecido?
Me apaixonei por Fangirl e Eleanor & Park da Rainbow Rowell, e não é porque Anexos me decepcionou que eu vou deixar de ler Ligações! 

Bom, gente, é só! Me desculpem mesmo pela falta de posts, mas está difícil com a escola e com esse meu bloqueio criativo. Vou tentar postar no máximo até sexta!
Vocês já leram algum desses livros?
Beijos,

domingo, 5 de abril de 2015

TAG: Meus livros, ninguém sai!

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Oooi, gente! Feliz Páscoa pra vocês! Sei que sumi, mas ando sem tempo e, principalmente, sem criatividade. E o que a gente faz quando não consegue pensar em um post legal? TAG! Então resolvi fazer a "Meus livros, ninguém sai!", que já vi em vários blogs e achei divertida!Não, ninguém me indicou :p Então, vamos lá:




1- Ei, coisinha, vá devagar: aquele livro que você devorou rapidamente

GENTE, eu sei que é clichê colocar A Culpa é das Estrelas em qualquer coisa atualmente, mas a verdade é que eu li esse livro em 4 horas, então não tinha como colocar outro! E sim, amei <3












2- Eu vou me segurar aqui: um livro que te prendeu

Anjo Mecânico foi incrível, sim. Príncipe Mecânico também. Mas Princesa Mecânica foi algo de outro mundo, gente. Não conseguia parar de ler esse livro por um segundo, e foi ótimo porque li ele nas férias. E vou aproveitar essa oportunidade pra dizer que todos deviam ler essa trilogia que, na minha opinião, é melhor que Instrumentos Mortais!










3- Se eu cair, quebro minha clavícula: o livro que mais te desestabilizou emocionalmente

Esse livro me deixou destruiu emocionalmente porque... Porque... Bem, por motivos que só quem leu sabe, então vamos deixar só assim, já que ninguém gosta de spoilers, né? Mas na verdade vários livros me deixam desestabilizada emocionalmente haha. Outro que me matou foi Quem é você, Alasca?











 4- MEUS ÓCULOS, ninguém sai: o livro que você não empresta de jeito nenhum

Nem adianta pedir, porque minha coleção de 15 anos de Harry Potter, da Scholastic, eu não empresto de jeito NENHUM. Não só por ser Harry Potter, mas também porque é de capa mole e bem frágil, então, ninguém toca. Mas só pra deixar claro, também não empresto minha trilogia Peças Infernais, ou minhas cópias de Quem é você, Alasca? e A Culpa é das Estrelas, ok?









5- Juliana está DESMAIADA: o livro que te deixou com uma ressaca literária, sem poder ler outros

Depois de tanto tempo lendo livros ruins, Simplesmente Acontece me deixou TÃO feliz por conseguir me agradar, que depois que terminei, não conseguia ler mais nada, com medo de que nada fosse tão bom e tirasse aquela magia recém adquirida de livro bom, sabe?










6- Chama o SAMU: o livro que te deixou louca pela continuação

O mais frustrante é que não vai ter continuação. A Menina Mais Fria de Coldtown foi um dos livros que me decepcionou, como falei nesse post, mas o final foi TÃO frustrante e tudo que eu queria era uma continuação pra saber o que acontece. Por favor, Holly Black. Certas coisas não dá pra deixar em aberto assim. Eu preciso de um final!










8- Eu errei, viu: o livro que você achou que seria uma coisa e é outra

Nesse caso, gostei da surpresa. Ainda não entendi porque esse livro não foi traduzido, já que EU AMO! Mas pela escrita, pelo protagonista, você espera que esse livro seja algo e então, do nada, PLOT TWIST! Eu particularmente gostei, então foi um ponto positivo.











Bom, gente, é isso. Espero que tenham gostado, e prometo que da próxima vez vou pensar em um post mais criativo! Só queria dizer que a resenha de Coroa da Meia-Noite, continuação de Trono de Vidro , ainda não saiu simplesmente porque não consigo terminar o livro. Pois é. Quando conseguir, vou fazer, ok?

Beijos,

segunda-feira, 30 de março de 2015

Resultado: Sorteio "O Começo de Tudo"

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Oi, gentee! Hoje vim dar o resultado do primeiro sorteio do blog! O sorteado vai ganhar um livro "O Começo de Tudo" da Robyn Schneider.

E o vencedor é...

Denise Crivelli!

Parabéns, Denise! Já te enviei um email, e o livro será enviado o mais rápido possível! Espero que você goste muito!

Obrigada a todos que participaram, prometo fazer um novo sorteio em breve!

Beijos,

sexta-feira, 27 de março de 2015

Se você gostou desse, vai gostar de... #1

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Oi, gente!

Hoje vim introduzir um novo "quadro" (?) que vou passar a fazer aqui no blog, que eu particularmente acho muito legal! Não sei se algum outro blog faz, mas eu achei que seria uma ideia interessante, Basicamente, vou escolher um livro que provavelmente muita gente já leu, e recomendar alguns livros no mesmo estilo, que vocês podem gostar.

Hoje eu escolhi dois livros/séries: Instrumentos Mortais da Cassandra Clare, e e Apenas Um Dia da Gayle Forman, então, olhem só...

Se você gostou de Intrumentos Mortais, provavelmente vai gostar de... Peças Infernais, da mesma autora.


Eu queria evitar colocar livros dos mesmos autores, mas não consegui dessa vez. As Peças Infernais é possivelmente minha trilogia favorita, e acho muito impressionante que a maioria das pessoas tenha lido só Instrumentos Mortais. Na minha opinião, Peças Infernais é bem melhor que Instrumentos Mortais. Gosto mais dos personagens, da história, e, meu Deus, do triângulo amoroso (Will Herondale <3).

Se você gostou de Apenas Um Dia, provavelmente vai gostar de... Anna e o Beijos Francês, da Stephanie Perkins.


Apenas Um Dia é um livro muito fofo, e Anna e o Beijos Francês também. Ambos se passam em Paris (<3) e são romances fofos, com alguns momentos tensos e todo aquele clima de protagonista descobrindo quem realmente são. Eu particulamente adoro!

E então, vocês já leram algum desses livros? Comentem quais livros vocês já leram e querem que estejam no próximo quadro!

Beijos,

domingo, 22 de março de 2015

Sobre o filme de Insurgente

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Nessa quinta (19/03/15), foi a estreia de Insurgente, o segundo livro da trilogia de Divergente, baseado nos livros de Veronica Roth. Como fã dos livros, e como alguém que adorou o primeiro filme, eu estava com expectativas altas. Infelizmente, não foi incrível como eu imaginava. Antes de entrar nos spoilers, vou dizer que não é um filme horrível. Se você não leu o livro, provavelmente vai adorar. Algumas mudanças simplesmente não funcionaram pra mim, e eu gostaria que eles tivessem sido mais fiéis a história.

Aviso para os que não leram TODA a trilogia: possivelmente vão haver spoilers sobre o último livro.


Na minha opinião, o filme começou bem. Nas primeiras cenas, vemos Tris, Tobias, Peter e Caleb na Amizade, onde eles estão escondidos dos membros da Erudição. A sequência de cenas em que eles são descobertos por Eric e perseguidos até o trem foram incríveis, e muito fiéis. Pra mim, quem mais se destacou no filme foi Miles Telles, que interpretou o Peter. Ele foi maravilhoso e extremamente idiota, em um estilo bem Peter mesmo. Não gostava muito dele no livro, mas no filme achei que ele foi perfeito. Vou ser chata e dizer que senti falta daquela cena mínima e muito inútil em que eles dão o soro da paz pra Tris e ela fica toda alegrinha, mas, ah, era uma cena divertida que eu queria ter visto.

Tenho que dizer que não lembrava muito de Insurgente, pois li há mais de dois anos e não reli, já que ele não era meu favorito. Então, achei a sequência de acontecimentos bem confusa, e fiquei um pouco perdida tentando lembrar o que realmente acontecia, e o que eles estavam inventando.


A parte em que eles encontram os sem-facção foi boa, mas me incomodou o fato da Evelyn parecer ter a idade do Four. A Naomi Watts tem 46 anos, enquanto o Theo James tem 30. Achei que eles deviam ter feito uma maquiagem nela, ou algo do tipo, mas, bem, esse não é exatamente o foco, não é?

Talvez esse seja o momento em que todos vocês comecem a atirar pedras em mim, mas eu não gosto do Theo como Four. Não acho ele bonito, e não acho que ele interpretou o personagem da maneira certa. Isso já tinha me incomodado em Divergente, e foi ainda pior em Insurgente. E vou dizer de uma vez que achei todas as cenas Fourtris muito bregas e completamente fora da personalidade dos personagens.

Sinceramente, achei o filme todo com um quê de breguisse. O jeito como foi filmeado, as cenas, as falas... tudo foi um pouco ridículo pra mim, e em alguns momentos, cenas que eram para serem sérias ou emocionais, ficaram cômicas. Eu ri. E não só eu, mas todo o cinema.

Outra coisa que eu não gostei foi o excesso de tecnologia. O mundo deles não é tão tecnológico assim e pra mim coisas como aquele... detector (?) de divergentes que mostra qual a facção de cada pessoa, não faz sentido algum. As pessoas podem escolher sua facção, uma diferente daquela que o teste mandou. E então, o que o detector mostraria? A que ela escolheu, ou o resultado do teste? É algo insignificante, eu sei. Mas também é desnecessário.


Agora, com relação àquela caixa. Não gostei, e vocês devem estar me achando uma chata, porque parece que eu não gosto de nada. Eu sei que devem haver mudanças de um livro para um filme, e eu apoio. Apoio, quando as mudanças são necessárias, quando elas fazem sentido, e melhoram a história. O conceito da caixa é interessante, e foi bem executado, mas ela levou a história para um lado que eu não gosto. Jeanine já sabia da mensagem, e ela não queria que ela fosse divulgada. Por a mensagem ser algo que devia ser transmitido quando houvesse muitos divergentes, ela queria acabar com todos eles. E por isso ela fez experimentos com a mente da Tris. Por isso houve um conflito. Para que algo seja introduzido, tem que fazer sentido, e, pra mim, essa caixa não fez.

Achei também que faltou explorar mais os outros personagens, como Uriah, Marlene, Lynn, Christina e sim, Caleb. Em geral, o aspecto dramático e emocional da história foi deixado de lado. No livro, a Tris mal consegue pegar um arma por causa da morte do Will, e a relação dela com a Christina é muito importante, enquanto no filme, essas duas coisas foram mencionadas, mas não tiveram muita importância.

E, para terminar a minha lista de desagrados, prometo, tenho que dizer que odiei o final. Ao receber a mensagem, todos deixam o que estão fazendo, os portões se abrem, e eles estão indo embora. Como assim? As coisas não se resolvem dessa maneira. Evelyn nunca deixaria que todos que agora estavam, teoricamente, em seu poder simplesmente fossem embora. Além disso, o nome Edith Prior nunca foi mencionado, e isso é muito importante em Convergente. E não houve um gancho para o próximo filme, foi como se tudo estivesse resolvido. Nesse passo, fico me perguntando se eles realmente vão matar a Tris, já que tudo está tomando um rumo completamente diferente.


Bom, eu gostei (sim, eu gostei de alguma coisa.) da cena do soro da verdade. Achei que a Shailene interpretou super bem o quanto a Tris estava mal por dentro, e foi um dos únicos momentos realmente emocionantes do filme.

Se você gostou do filme, fico muito feliz, de verdade. Eu queria ter gostado. Sinto que se eu não tivesse lido o livro, eu teria gostado. Meus amigos que não leram gostaram muito, então, acredito que foi um filme bem comercial.

Espero de verdade que eles sejam mais fiéis em Convergente. Eu amo essa série, e amo a mensagem que ela tem pra passar, sua essência, e me mata que mudanças idiotas em filmes façam com que ela signifique menos.

E vocês, o que acharam?
Beijos,


PS: Tem sortei acontecendo no blog! Para participar, clique aqui.

domingo, 15 de março de 2015

Resenha + Sorteio: O Começo de Tudo

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O garoto de ouro Ezra Faulkner acredita que todo mundo tem uma tragédia esperando ali na esquina – um encontro fatal depois do qual tudo o que realmente importa vai acontecer. Sua tragédia particular esperou até que ele estivesse preparado para perder tudo de uma vez: em uma noite espetacular, um motorista imprudente acabou com a perna de Ezra, com sua carreira no esporte e com sua vida social. Depois que perdeu o favoritismo ao posto de rei do baile, Ezra agora almoça na mesa dos losers, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é diferente de qualquer pessoa que Ezra tenha encontrado antes – melancólica e com uma inteligência mordaz. Juntos, Ezra e Cassidy descobrem flash mobs, tesouros enterrados e um poodle que talvez seja a reencarnação do Grande Gatsby. À medida que Ezra mergulha nos novos estudos, nas novas amizades e no novo amor, aprende que algumas pessoas, assim como os livros, são difíceis de interpretar. Agora, ele precisa considerar: se uma tragédia já o atingiu, o que poderá acontecer se houver mais infortúnios? 'O Começo de Tudo' é um livro poético, inteligente e de cortar o coração sobre a dificuldade de ser o que as pessoas esperam, e sobre começos que podem nascer de finais trágicos.
Ezra Miller é um garoto popular, joga tênis, namora a garota mais popular da escola e tem o tipo de vida perfeita, até que sofre um acidente que acaba com sua perna, e ele perde tudo que tinha. Ele já não se sente bem perto de seus antigos amigos, e passa a se sentar na mesa dos perdedores, onde conhece Cassidy Thorpe. Cassidy é estranha, inteligente, misteriosa e fascinante, e não demora muito para que ela e Ezra comecem a se aproximar.

De maneira alguma esse livro é ruim, não me entendam mal. Só acho que não é um livro para todos, e não foi um livro para mim. Acho que simplesmente não captei aquela essência do livro, aquilo que faz o livro ter algum significado. Então, pra mim, foi um livro bom, bem escrito, engraçado em certos momentos, com um romance legal e aquele toque de tragédia. Porém, nada que vá me fazer lembrar dele em momentos aleatórios da minha vida.

Os personagens foram bem construídos, e pareciam reais. Gostei particularmente dos antigos amigos de Ezra (bom, não gostei realmente deles, mas de como eles foram feitos.). As vezes em situações como a de Ezra, é comum que os amigos o rejeitem e o excluam e eu, por algum motivo, não consigo acreditar. As pessoas são mesmo assim tão más? Sim, talvez sejam, mas as vezes, tudo está na cabeça do "excluído". Nesse caso, estava na cabeça de Ezra. Se ele quisesse permanecer no grupo de amigos antigo, ele poderia. Mas as experiências mudam as pessoas, física e mentalmente, e também mudam o seu jeito de ver os outros. Ezra fez a escolha de não pertencer mais àquele grupo, pois ele já não se encaixava. Ele não foi mandado embora.

Cassidy era intrigante de todas as maneiras, mas me lembrou um pouco de Margo Roth Spiegelman, de Cidades de Papel e, apesar de ser completamente apaixonada por esse livro, odeio esse tipo de personagem/garota. Nunca deixo de gostar de um livro simplesmente porque um personagem me irritou (a não ser que seja o principal), mas ela me irritou. E muito, por motivos que eu nem mesmo sei explicar. 

O enredo é muito simples, e a leitura flui bem. Não é o tipo comum de livro YA, é algo completamente novo e independente, que não segue nenhum tipo de moda ou receita pronta, e a autora fez muito bem ao resolver sair da zona de conforto. 



“Querendo saber no que as coisas se transformam quando já não precisava mais delas, o que o futuro reservaria assim que tivéssemos passado por nossa tragédia pessoal e, no final das contas, fosse comprovada a nossa capacidade de sobrevivência.”

Então, gente, resolvi fazer uma boa ação e sortear a minha cópia desse livro. Ela está em ótimas condições, e eu fui a única que li, e tomei conta direitinho, viu? Resolvi sortear pelo simples motivos de que quero que alguém aproveite esse livro muito mesmo, o suficiente para mim e pra você, já que eu não consegui.
a Rafflecopter giveaway


Para participar é só se inscrever no formulário do Rafflecopter aí em cima, seguir o blog e deixar um comentário pertinente nesse post! A única regra obrigatória é seguir, mas você pode ter mais chances se comentar também!

Se eu fosse vocês eu participava, viu? Haha! Digo isso porque o blog ainda não é muito conhecido, então as chances de ganhar são teoricamente maiores já que são menos inscritos.

Bom, é isso, espero que gostem!
Beijos,