segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Playlist de Novembro!

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Há quanto eu tempo eu não fazia uma playlist, hein? Conheci vááárias coisas novas desde a última, então vamos lá! Espero que gostem =)

1- Let It Go - James Bay



Sabe aquelas músicas que você escuta em seriados, em reality show, em lojas e nunca sabe de quem é? Fiquei chocada quando fui escuta James Bay e descobri essa música, e a próxima.

2- Hold Back The River - James Bay



3- Stitches - Shawn Mendes 



Essa tooodo mundo conhece, né?

4- Believe - Mumford and Sons



GENTE ELES VEM NO LOLLAPALOOZA E EU VOU! Se apaixonem como eu e apareçam lá!

5- Snake Eyes - Mumford and Sons



6- First - Cold War Kids



Outra música que toca no coraçãozinho, e TAMBÉM VEM NO LOLLA,

7- Hunger - Of Monsters and Men



Adivinhem? Também vai estar aqui no Brasil em março!

8- Panic Cord - Gabrielle Aplin 



Pensa em uma música fofa.

9- Turning Page - Sleeping at Last



Essa todo mundo deve conhecer por causa de Crepúsculo haha

10- Bad Blood - Ryan Adams




Bom, é isso. Comentem suas favoritas!
Beijos,
Jú 

sábado, 21 de novembro de 2015

Filme "A Esperança - Parte 2"

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Oi, oi, gente! Hoje vim fazer a minha resenha do último filme da trilogia de Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 2. Li essa trilogia bem antes de começar o blog, então acho que não deve existir muitos posts sobre esses livros e filmes. Mas só pra deixar claro: essa é uma das minhas séries favoritas (e sim, vai haver spoilers, então que você ainda não viu TODOS os filmes ou leu TODOS os livros, cuidado)

Jogos Vorazes é um tipo diferente das séries de YA. O foco não é o romance (e mesmo assim ele é incrível), mas sim a guerra, a distopia em si, a crítica explícita a sociedade atual. E, pra mim, os filmes fizeram jus aos livros: acho que é uma das melhores adaptações já feitas (principalmente Em Chamas). Acho que o significado da série foi mantido, e não se tornou uma coisa comercial, e exageradamente romântica, como poderia ter acontecido. Óbvio que tem uma questão comercial e lucrativa, inclusive o marketing dessa trilogia é incrível. Mas pra mim o importante é que não se perca a essência e não acho que isso tenha acontecido, pelo menos não explicitamente. Mas acho que isso parte de cada um pra focar no que considera realmente importante, não é?


Fui ver o final dessa série na quarta-feira, na pré-estreia (que na minha cidade por algum motivo foi 21:15 e não meia noite, mas ok). Como fazia muito tempo que não lia o livro, e não estive muito envolvida nas questões de trailers e tudo mais, minhas expectativas estavam altas, mas eu não sabia muito o que esperar. Eu lembrava muito pouco, mais das mortes mesmo: Prim, Finnick, Boggs, Snow, Coin... Fora isso? Bem, tinha um romance. Mas no final das contas eu estava meio perdida sobre em que ponto a guerra em si estava. Mas pelo que eu me lembrava e o que fui lembrando ao longo do filme, ele foi muito fiel ao livro. Pontos que eu não gostava no livro, continuei não gostando no filme, e meus momentos favoritos foram mantidos.

Sobre as atuações: é claro, não podia ser diferente, todos os atores foram maravilhosos. Josh Hutcherson foi um Peeta maravilhosamente distorcido, partiu meu coração. Jennifer Lawrence não podia ter sido uma Katniss melhor. Liam Hemsworth e todos os secundários foram maravilhosos, como eu já esperava. Mas, pra mim, o destaque foi Jena Malone, que interpretou a Johanna. Que personagem maravilhosa é a Johanna, não? O sarcasmo, a fúria, a sinceridade, ela roubava a cena cada vez que aparecia. No livro eu não gostava tanto dela, mas no filme foi provavelmente minha personagem favorita.



O aspecto artístico do filme, das filmagens e tudo mais, achei maravilhoso. Vou confessar que fiquei meio perdida no filme, mas na maioria das vezes isso se corrige quando assisto pela segunda vez. Mas o figurino, maquiagem, cenário, efeitos especiais como sempre foram incríveis.

Gosto mais de algumas séries do que dessa, mas pra mim Jogos Vorazes tem que ser eleita a cena mais foda e inteligente. A questão da emoção e da personalidade dos personagens é tão bem caracterizada que me impressiona. A crueldade de Snow, gente. Depois de preso, condenado, ele ainda consegue tortura Katniss ao contar que na verdade as bombas que mataram sua irmã não eram da Capital, mas de seu próprio lado. E o entendimento entre os dois sobre o objetivo de Coin, os olhares trocados entre Katniss e Haymitch ao aceitar os novos Jogos Vorazes para que Coin achasse que eles estavam do seu lado, a questão da mídia que é tratada tão bem e de maneira realística...



Acho tudo tão perfeito que nem sei se consigo expressar bem.

Minhas cenas favoritas foram várias: quando Katniss mata Coin, a morte de Finnick (que, aliás, foi a única que me fez chorar), a cena com Buttercup, o casamento de Finnick e Annie, a parte do "real ou não real?"... Foram tantas cenas lindas e perfeitas que só agora consigo perceber o quanto amei de verdade.  Senti falta de alguns personagens como Haymitch e Effie, que ficaram de fora da ação, mas tenho que comentar, aquele beijo do final NÃO estava no livro, mas foi incrível, não? Realização de muitas fanfics por aí haha

Tenho que admitir que o epílogo não me agradou tanto. No livro gostei porque não foi algo tão concreto, sem diálogos, mais uma explicação e uma finalização do que realmente uma cena. Entendo que é difícil fazer isso no filme, mas gostaria que o epílogo fosse algo mais amplo, menos idealizado de certa forma.

Mesmo assim, "há jogos piores para se jogar", não é?

Quero reler os livros e rever os filmes para voltar a me envolver com essa história como era antes. As circunstâncias não permitiram que fosse assim, mas essa série vai ser sempre uma das minhas favoritas pela sua essência, pela sua realidade, pela sua emoção... Toca no meu coração, gente, e acho que é isso que mais me encanta na leitura.

Falei pouco do romance, eu sei, mas não deixei de adorá-lo. Inclusive achei o Gale insuportável nesse filme, mas pelo menos na última cena dele, consegui ver seu arrependimento, sua realização de que sua bomba tinha sido o fim: para aquilo não havia perdão. Como já disse, Josh Hutcherson foi maravilhoso, e o Peeta sempre vai ser um dos meus personagens favoritos por causa da sua gentileza, do seu altruísmo...



Me dá uma tristeza saber que "acabou", mas quem sabe a gente consegue um livrinho sobre os jogos do Haymitch? Essa cena foi cortada em Em Chamas e era uma das minhas favoritas. Não custa sonhar, não é?

Bom, gente, é isso. Se você ainda não leu os livros recomendo muito, assim como os filmes.
E vocês que já viram, o que acharam?
Beijos,



sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Resenha: O Mar Infinito

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Oi,oi, gente! Quanto tempo, não é? Bom, como uma boa parte de vocês deve saber, o ENEM finalmente passou! Não há muito mais o que fazer agora, a não ser esperar o resultado. Então, estou livre para postar, depois de tanto tempo focada nos livros (no tipo ruim de livro haha)! E minha primeira missão, foi terminar O Mar Infinito, do Rick Yancey, o segundo livro da trilogia que começou com A Quinta Onda. Não fiz uma resenha desse livro aqui no blog, pois li antes dele existir. Então, como esse é o segundo livro na trilogia, vai haver spoilers, ok? Mas vamos lá!

Primeiramente tenho que admitir que não lembro muito sobre esse livro, pois comecei a lê-lo em junho, e só terminei ontem. Então claro que não vou comentar aqui pontos específicos, pois não lembro muito bem, mas vou tentar passar para vocês a minha impressão do livro e seus pontos principais.

Gostei mais do primeiro livro do que desse, por motivos de ter mais ação, mais coisas acontecendo que faziam com que fosse impossível parar de ler. Esse é um pouco mais calmo, o que não te envolve tanto na narrativa. Mesmo assim, uma das maiores qualidades dessa trilogia pra mim, é a maneira de escrever do autor. É uma escrita que te faz pensar. Você pensa junto com os personagens, e descobre o que tem que descobrir por meio deles e de suas experiências. Nada fica completamente claro, e por mais que isso irrite às vezes (como sou lerda, algumas vezes os personagens pensavam mais rápido que eu, e eu acabava perdida haha), é muito interessante.

Isso leva ao aspecto mais louco do livro: você não consegue saber o que é verdade. Existem mil possibilidades para cada fato descoberto, e até o que você já acreditava, pode ser questionado. Por que esses alienígenas estão nos matando de maneiras cruéis, quando seria muito mais fácil jogar um meteoro no planeta e acabar com isso? Por que eles correriam o risco de habitarem um corpo humano, tão fraco, com tantas falhas? Há mesmo alienígenas? Como saber se não são apenas governantes que decidiram que os recursos da Terra simplesmente não eram o suficiente, e resolveram eliminar a maioria, tornando mais fortes os que conseguirem sobreviver? Mas como saber se os governantes que fizeram isso não estão dominados por alienígenas?

Não sabemos de nada. Não podemos confiar em ninguém.

Os alienígenas (ou seja lá quem esteja por trás disso tudo) tornou até o seres mais fracos, as crianças, em armas. Se não podemos confiar em crianças, em quem confiaríamos? Mas ao mesmo tempo, como é possível sobreviver sozinhos?

Minha cabeça quase explodiu ontem com o tanto de possibilidades, gente.

Sobre os personagens: acho Cassie uma personagem muito sensata e humana, mas, como a maioria dos personagens principais, ela me dá nos nervos às vezes. Acho que ela vai acabar com Evan, e não com Ben. Sobre esses dois, gosto muito mais de Ben do que de Evan. Não sei se é a aura de eterno romântico do Evan que me irrita (o que é estranho, porque eu sou uma romântica fora dos limites) ou se é o charme inacreditável do Ben que faz com que seja assim, mas é. Sobre os personagens secundários, tipo Dumbo e os outros, sinceramente sou meio indiferente. Pode ser só porque não lembro muito das suas personalidades, mas vamos ver.

E, é claro, temos a Especialista. Personagens como ela (fortes, intocáveis, quietas e sem emoções) me irritam profundamente, mas, nesse livro, não consegui desgostar completamente dela. Ela foi tão foda (e não consigo encontrar outra palavra pra descrever) que é impossível não admirar. Com o 12 sistema então, ela vai sambar na cara do Evan. E o quão fofo foi seu romance com Navalha? Ele foi um dos meus personagens favoritos nesse livro, me conquistou com toda a sua doçura. Realmente espero que ele não esteja morto.

No geral, gostei muito desse livro e mal posso esperar pela continuação, que só sai em maio do ano que vem, nos EUA. Por outro lado, temos um filme (surprise, surprise) de A Quinta Onda que vai ser lançado no dia 14 de Janeiro, em que a Chloe Moretz faz o papel de Cassie.


Bom, gente, espero que tenham gostado. Comentem se vocês já leram o livro e o que acharam!
Beijos,

domingo, 26 de julho de 2015

TAG | Divertida Mente

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Oi, gente! Então, hoje vim fazer uma TAG que vi esses dias pelo YouTube e achei uma gracinha. A TAG é inspirada nesse filme meiguíssimo da Disney que vocês já devem ter ouvido falar, o Divertida Mente. Assisti essa semana e me apaixonei <3 Então, vamos lá:

 Alegria : O livro que mais te traz felicidade.



Olha, eu diria Harry Potter, mas vamos mudar um pouquinho, né? Então tenho que dizer Anna e o Beijo Francês, da Stephanie Perkins. Gente, que livro maravilhoso. Quem já leu sabe que o livro inteiro é arco-íris, tudo colorido, doce, fofo e engraçado. Se você tá meio mal, leia. Na verdade, leia qualquer um da Stephanie Perkins, garanto que seu dia vai ficar mais alegre e colorido <3


Nojinho : O livro mais nojento que você já leu.


Pra ser sincera, nunca li nenhum livro que me deixou com nojo. Mas um que tinhas as descrições meio... detalhadas, foi O Trono de Vidro (resenha aqui ). Mas, convenhamos, é um livro contado por uma assassina, né? Acho que as descrições mais nojentinhas já eram esperadas.

 Medo : O livro que mais te assustou.


Com certeza, Os Videntes, da Libba Bray. Assustou tanto que não consegui terminar. Estava até gostando da história, mas o livro estava me causando certos problemas pra dormir à noite, então acabei largando haha
Mas espero criar coragem e terminar algum dia desses!

 Tristeza : O livro que mais te fez chorar.



Um só? Gente, eu sou chorona, então vários livros se encaixam aqui. Pra citar alguns: A Culpa é das Estrelas, Quem é você, Alasca?, Convergente, Princesa Mecânica, Eleanor & Park... Eu choro muito lendo, deu pra entender, né?
 
 Raiva : O livro que te deixou irritada. 



Nesse vou falar dos três livros que mais me irritaram: Um Caso Perdido, A Maldição do Tigre e Cartas de Amor aos Mortos. Todos me irritaram pela mesma razão: protagonistas insuportáveis. Já falei um pouco mais deles nesse post.

Bom, gente, era isso a TAG! Eu achei divertida, espero que vocês tenham gostado.
Beijos,

Participe do livro "OUTRORA - CONTOS DISTÓPICOS" - Inscrições abertas para o envio de textos

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"Até 31 de agosto de 2015, a Andross Editora estará recebendo contos distópicos para publicação no livro OUTRORA”
 
A Andross Editora está recebendo contos sobre distopia para publicação no livro "OUTRORA — CONTOS DISTÓPICOS”, a ser lançado em novembro de 2015 no evento Livros em Pauta.

Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter seu texto à avaliação. As inscrições vão até 31 de agosto de 2015.


Todos os autores que forem aprovados para publicação nessa coletânea automaticamente concorrerão ao STRIX, prêmio criado e concedido pela Andross Editora aos autores cujos textos mais se destacarem em suas coletâneas. O processo de votação encontra-se no site da editora.

Prêmio STRIX

SINOPSE DO LIVRO:
O sonho de um mundo ideal não existe mais. Outrora, instaurou-se o caos, desencadeado pela ignorância e pelo mau comportamento humano. O totalitarismo oprime as massas, vigia seus atos e as pune sem misericórdia. Nesse universo distópico, habitam políticos amorais que, explorando a estupidez coletiva, guiam a sociedade à falência de uma história digna e ao abandono da esperança. Neste livro, contos de mundos sem cores, sem vida, sem lucidez, farão o leitor refletir sobre a sociedade em que vivemos. Depois de ler OUTRORA, você se dará conta de que sua vida simples e cotidiana é uma dádiva almejada por muitos, mas conquistada por poucos.



 

SERVIÇO: 
Livro:Outrora  - Contos distópicos” 
Organização:  Paola Giometti
Envio do texto: até 31/08/2015
Lançamento: 28 de novembro de 2015 (no evento Livros Em Pauta
Regulamento: no site www.andross.com.br 
Realização: Andross Editora






Abaixo, segue uma entrevista do editor da Andross sobre o processo de publicação. 
Vale a pena assistir.
  

Então, gente, vou aproveitar pra contar pra vocês que eu participei de duas das últimas coletâneas da Andross, o livro De Repende, Nós e Viagens de Papel. Infelizmente não pude participar muito dos eventos de lançamento e tudo mais, por falta de tempo e essa vida de estudar para o Enem, mas mesmo assim, sonho realizado, né? Então se você tem vontade, envie seu texto! 

Beijos, 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Sobre o filme de "Cidades de Papel"

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Oi, gente! Então, mais uma adaptação de livro foi lançada, e foi a vez de Cidades de Papel ganhar vida. Eu acompanhei o lançamento do trailer e do poster, e da divulgação em geral e, vou confessar, nem estava preocupada com o fracasso. Eu tinha certeza de que seria bom. Com exceção do poster, tinha adorado o trailer tudo que eles tinham liberado. Infelizmente, o filme não foi tudo que eu esperava.


Primeiramente, sobre os atores e seus personagens. Se eles acertaram em alguma coisa, foi no elenco. Amei todos os atores, menos (não atirem pedras!) a Cara Delevigne. Nada contra ela, pelo contrário. Só não achei que ela se encaixou muito no papel de Margo. Em compensação, Nat Wolff, Halton Sage, Justice Smith e Austin Abrams (respectivamente, Quentin, Lacey, Radar e Ben.) foram maravilhosos, e incorporaram os personagens perfeitamente. Destaque para o Ben que foi exatamente como eu imaginei nos livros.


O problema mesmo do filme foi o ritmo lento. No livro, funcionou, pelo menos pra mim. Já no filme, algumas cenas não conseguiram me deixar animada. Houve algumas mudanças que eu não gostei muito, e algumas cenas que eu gostava que foram cortadas. Claro, já é o esperado, e normalmente eu sou bem compreensiva, mas dessa vez não deu muito certo pra mim.

Acho que, no final das contas, eles conseguiram passar a mensagem do livro, só não de um jeito legal e espontâneo como foi no livro. Senti que algumas cenas não fluiram, foram meio forçadas, e isso me incomodou. 



Uma coisa que eu gostei bastante foi da trilha sonora. Houve muitas músicas boas, principalmente na hora da Van. Minha favorita é Burning do The War on Drugs.




Cidades de Papel é um filme engraçado, com aquelas lições de vida que eu amo, e aquele final típico John Green que eu também amo. A execução não foi das melhores, mas é um filme aproveitável, principalmente, acredito, se você não tiver lido o livro ainda.

Ah! Tem uma surpresinha no meio do filme que, ó, me deixou muito feliz haha

E vocês? Curtiram o filme?

Beijos!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Sobre o SAT

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Oi, gente! Hoje vim falar de um dos tópicos que foi assunto de um dos primeiros posts do blog, em que eu falei sobre estudar no exterior. Sim, fui em frente com a ideia! haha E um dos primeiros passos para tentar ser aceito, é fazer os testes, o SAT ou o ACT. No meu caso, optei pelo SAT por nenhuma razão, foi uma escolha aleatória mesmo.

Pois bem, o primeiro passo foi fazer a inscrição no site do College Board. Caso forem fazer, não deixem de olhar a data limite para se inscrever, e eu sugiro que façam o mais cedo possível, pois as vagas esgotam. Ou seja, para mim, o melhor seria ter feito a prova em maio, em São Paulo. Mas esperei muito tempo para fazer a inscrição, e quando fui fazer, todas as escolas em São Paulo já estavam cheias, e eu teria que fazer em Brasília, ou no Rio (optei por fazer na data seguinte, no dia 6 de Junho.).

Tenham em mente que a taxa para fazer a inscrição não é barata, então não façam apenas como um teste, ou algo do tipo. É bom investir, pra não gastar dinheiro atoa. Eu comprei o SAT Study Guide, e acho que foi muito bom, pois nele você pode fazer provas antigas, e eles explicam direitinho como funciona a nota e cada seção da prova.

Mas, afinal, como foi? Olha, achei a prova de nível médio. Nada super difícil, mas não muito fácil. O que complica mesmo é o tempo. Gente, tinha seção que eram 20 questões em 20 minutos. No total, foram 170 questões, mais uma redação, em 3 horas e 45 minutos. Faz o ENEM parecer super fácil, né? haha Se não fosse por isso, acho que seria bem mais fácil.



O modelo da prova é bem diferente do ENEM, aliás. Cada seção é cronometrada, e você não pode começar outra seção até que o tempo acabe para a anterior. Temos uns três intervalos pequenos para lanche, e a prova toda é feita a lápis. Uma coisa que achei boa em todo esse acompanhamento da prova, foi que eles fizeram passo a passo do gabarito com a gente. E como sou neurótica em errar coisas no gabarito, foi ótimo haha Ah, e todo mundo só fala inglês. A instruções, a prova, os professores, tudo em inglês.

O resultado saiu dia 30 do mesmo mês (sim, muito rápido). Meu total foi de 1600 em 2400, o que é a média dos americanos, mas impossível para entrar nas escolas mais concorridas, como Princeton e UPenn. Ainda assim, não custa tentar, não é? Assim que passar o ENEM (que é meu foco principal no momento.) vou fazer o TOEFL, e começar a correr atrás dos outros documentos, como histórico escolar, cartas de recomendação e redações.

Não sei se vocês tem interesse nesse tipo de coisa, mas pra mim é bom fazer esses posts, pois me ajudam a lembrar de tudo que tenho que fazer. E caso alguém tenha interesse, bom, espero que ajude!

Beijos, Jú